La Fragata Portuguesa, espécies relacionadas de medusa, Ele é distribuído por todas as águas quentes do planeta, especialmente em águas tropicais e subtropicais do Atlântico, Pacífico e Indico. No departamento de La Guajira, sua presença nas águas costeiras parece ser temporária, e embora não seja cientificamente claro, poderia responder a alterações transitórias nas características oceânicas, principalmente nas correntes de água e intensidade dos ventos.
Embora esta espécie tenha a aparência física de uma água-viva, não é realmente uma água-viva, mas de um animal colonial flutuante, quer dizer, uma colônia de organismos que se associam para sobreviver, cumprindo funções diferentes: alimentação, reprodução e defesa. É comumente conhecido como falsa água-viva ou fragata portuguesa., sendo seu nome científico Physalia physalis.
Este animal pertence ao Filo Cnidaria, como corais, medusa, e anêmonas, compartilhando a presença de células especializadas chamadas nematocistos, que são células constituídas por uma cavidade fechada que abriga uma toxina paralisante, que injeta sua presa (peixes e plâncton) ou eventualmente quem tem contato.
Contudo, no mar, esses indivíduos são facilmente reconhecíveis pela presença de um flutuador (pneumatophore), azul claro, que os ajuda a navegar e flutuar na superfície do mar, com um comprimento máximo de 134 mm e um diâmetro de 65.1 milímetros.
Eles foram identificados como predadores da Fragata Portuguesa., a tartaruga de cabeça grande Caretta caretta e a tartaruga-de-pente Eretmochelys imbricata, espécies sujeitas a captura e tráfico ilegal no Departamento de La Guajira.
A Corporação apela à comunidade em geral para informar imediatamente se perceber a presença desta espécie no mar ou na costa, para nossa linha de serviço ao cidadão: 7275125 / 7283518.
Precauções:
- Evite todo o contato ao observar uma amostra ou restos dela.
- Se o virmos no mar temos que nos afastar rapidamente, pois os tentáculos podem estar presentes em sua vizinhança em um raio de mais de 10 metros.
- É necessário ter muito cuidado se algum espécime morto for encontrado na costa, pois seu veneno continua ativo mesmo quando estão inertes.
- Ligue para a linha direta do cidadão CORPOGUAJIRA e informe o avistamento da espécie na praia ou no mar.
Se o contato for apresentado:
- Não esfregue a área afetada ou com areia, nem com toalha ou roupa.
- Remova os restos dos tentáculos, evitando contato direto com eles.
- Lave com água do mar ou soro fisiológico (Não use água doce porque pode ativar mais a toxina), uma vez que a área afetada é bem lavada, a fim de aliviar a dor, aplique uma compressa fria para 5 - 10 minutos.
- É importante, para apresentar quaisquer sintomas, como uma sensação de queimação extrema na pele, taquicardia, doença, tontura, dor de cabeça ou dor nas articulações, distúrbios de pulso, inchaço, etc., vá para o centro de saúde mais próximo.






























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